O que deve mudar na maneira como as empresas veem o home office daqui pra frente

O mundo corporativo está passando pelo desafio do trabalho distribuído, o maior teste de trabalho a distância já vivenciado pelas organizações até agora. Até o início da pandemia, muitos gestores resistiam a esse modelo de operação por diferentes dilemas, entre os quais oferecer uma estrutura adequada aos profissionais (opinião de 40% dos profissionais de RH entrevistados pelo Talenses Group), controlar as horas trabalhadas (20%) e falta de ferramentas que identifiquem que os profissionais estão efetivamente exercendo suas funções (20%). Mas, devido a recomendação do distanciamento social, foi preciso encontrar formas de superar esses e outros desafios às pressas, entendendo que a transformação digital é a chave para as empresas sobreviverem ao coronavírus.

É o momento de nos prepararmos para o futuro

Grandes mudanças nas nossas vidas e na sociedade acontecem após sermos submetidos a desafios. Hoje, por exemplo, fomos compulsoriamente submetidos à realidade de que muitas funções dentro das companhias são elegíveis ao trabalho remoto, ainda que sejam necessárias adaptações. Mas, essa não é uma situação necessariamente ruim, afinal, além de o home office ser atraente para profissionais que já estão em atividade e prezam pela qualidade de vida, uma pesquisa do Gartner estima que, até 2030, a demanda pelo trabalho distribuído aumentará em 30% devido à grande presença da geração Z dentro das organizações.

Atenção à saúde e segurança dos profissionais com o “novo normal”

A grande maioria dos 800 profissionais brasileiros entrevistados pela empresa de recrutamento Robert Half(91%) espera que, quando a pandemia der uma trégua, as organizações comecem a permitir que os funcionários trabalhem em casa com mais frequência. Entre as outras medidas esperadas, diante da liberação de retorno aos escritórios, estão:

  1. realizar menos reuniões e treinamentos presenciais (opinião de 72%);
  2. ter melhores procedimentos de limpeza (69%);
  3. exigir que os funcionários usem máscaras (60%);
  4. horários escalonados de trabalho para os funcionários (60%); e
  5. alterar o layout do escritório (51%).

Tenha a tecnologia como aliada

Com a equipe trabalhando de maneira distribuída, é importante que líderes e gestores se aprofundem nos conhecimentos das leis trabalhistas sobre teletrabalho, que é uma novidade para muitos. Vale, também, acompanhar o bem-estar dos colaboradores, principalmente os que moram sozinhos, nunca trabalharam remotamente ou são mais resistentes à prática. É fundamental, ainda, que as organizações revisem suas soluções de tecnologia relacionadas a:

# recursos remotos acessíveis, contar com infraestrutura para permitir acesso segurança em nuvem e ferramentas que possibilitem a conectividade do colaborador, mesmo que remoto;

# segurança da informação, com ferramentas e políticas de controle de acesso;

# produtividade da equipe, com uma solução que permita monitorar controlar, mensurar e definir os padrões diários de produtividade da equipe, sem perder de vista os objetivos e necessidades do negócio, como o Performance Tracker.

Em um mercado tão competitivo, é fundamental que as organizações estejam alinhadas às tendências, seja com relação a desejos e necessidades de clientes e colaboradores quanto às novidades de tecnologia, principalmente as que permitem a continuidade da operação a qualquer hora, de qualquer lugar e independentemente do momento do País. Faça uma demonstração do Performance Tracker e veja como fica mais fácil e produtivo gerir a equipe.